Sempre que adoro um filme o que faço? Não, não o vejo até à exaustão que é para não desgastar. "Arranjo" a banda sonora e vou ouvindo quando estou sozinha. Assim tento relembrar os momentos do filme, aqueles de que mais gostei. Parece-me um excelente exercício para a memória, mas sobretudo para os sentidos. Experimentem! Por favor não se esqueçam desta regra de ouro exquisite movies = exquisite music. Comigo resulta, sempre que gosto muito de um filme a banda sonora também não me desaponta.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Exquisite Music
Isto não está à venda? Ou melhor será que ninguém me vai oferecer isto? The Playlist: Julian Schnabel Talks 'Diving Bell' Music
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Memorável e pouco mais...
Às voltas com a publicidade vintage encontrei este cartaz de uma campanha da Benetton. Ou quase vintage, diria eu, porque só tem vinte anos. Em adolescente achei este cartaz muito irreverente, agora não sei porquê acho romântico. Será que é uma das consequências de ter vivido uma parte da adolescência rodeada de freiras?
Este cartaz foi proibido em alguns países, em Portugal circulou pelo menos em revistas. E faz-me lembrar o meu primeiro abaixo assinado pela proibição de um filme qualquer sobre a vida de Jesus, ou assinava ou não saia à noite. Isto é que é democracia, mas foi assim que fui aprendendo a fazer escolhas mais consequentes e menos individualistas.
É qualquer coisa que me envergonha, principalmente por ser contra a sétima arte, mas aconteceu assim.
Este cartaz foi proibido em alguns países, em Portugal circulou pelo menos em revistas. E faz-me lembrar o meu primeiro abaixo assinado pela proibição de um filme qualquer sobre a vida de Jesus, ou assinava ou não saia à noite. Isto é que é democracia, mas foi assim que fui aprendendo a fazer escolhas mais consequentes e menos individualistas.
É qualquer coisa que me envergonha, principalmente por ser contra a sétima arte, mas aconteceu assim.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Nostálgica
Estes anos foram muito significativos para mim, por vários motivos, mas enquanto adolescente era muito sonhadora e também adorava filmes e livros para adolescentes e segui com grande entusiasmo uma história de amor. A primeira febre dos vampiros, do livro "O Drácula" de Bram Stoker e do filme de Francis Ford Coppola.
Por isso não me surpreende tanto o sucesso da saga Twilight/Crespúsculo, apesar de não ter nada de inovador e da falta de qualidade do argumento e afins.
Às vezes é bom reconhecer que o canal Hollywood faz falta!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Aterrorizada
Com o que ouvi e vi hoje no programa contra-corrente, mais um programa que serviria para o debate de ideias. Que nome tão infeliz para um programa que é uma torrente a favor do insustentável peso do estado!
Decidida a acabar com este sofrimento fui descobrir, nas gravações da TV, a receita perfeita para uma noite gélida neste alentejo solitário, o programa de substituição é mesmo um filme de terror.
Adoro clássicos e filmes americanos (daqueles tipo talho) e vou mesmo ver o "Pesadelo em Elm Street- 5", que apesar de não estar no meu top ten, serve para horrorizar!
Claro no topo está mesmo o Halloween - O Regresso do Mal do John Carpenter.
1,2 Freddy vem aí ("comes for you") 3,4, tranca a porta do quarto 5, 6 pega no crucifixo 7,8 é melhor ficar acordada...
Isto é um bocado palhaçada, ainda acabo a rir.
Decidida a acabar com este sofrimento fui descobrir, nas gravações da TV, a receita perfeita para uma noite gélida neste alentejo solitário, o programa de substituição é mesmo um filme de terror.
Adoro clássicos e filmes americanos (daqueles tipo talho) e vou mesmo ver o "Pesadelo em Elm Street- 5", que apesar de não estar no meu top ten, serve para horrorizar!
Claro no topo está mesmo o Halloween - O Regresso do Mal do John Carpenter.
1,2 Freddy vem aí ("comes for you") 3,4, tranca a porta do quarto 5, 6 pega no crucifixo 7,8 é melhor ficar acordada...
Isto é um bocado palhaçada, ainda acabo a rir.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Em transe (ou quase)
Com o novo filme de David Cronenberg, não que eu seja uma grande apreciadora dos seus géneros, mas depois de "Um Método Perigoso" passa a merecer a minha ansiedade. Já "A mosca" e "Crash" foram, para mim, inolvidáveis, mas nem sempre no melhor sentido. Do primeiro quem não se lembra? Jeff Goldblum ali a desfazer-se no pequeno ecrã, mesmo depois dos beijinhos da adorável Geena Davis. Eu adorava porque aquela situação deplorável confirmava a pertinência do meu anti-romantismo pré-adolescente. O segundo lembro-me de ter visto já em Lisboa, acho que foi no Quarteto, mas lembro-me bem de quem me acompanhava...
"Crash" é perturbante para quem acaba de fazer 19 anos! Foi mais um contributo para a minha pulsão anti-romântica.
Cosmopolis, tem mesmo um elenco de luxo, os meus preferidos são Juliette Binoche e Mathieu Almaric, não desfazendo no Robert Pattinson (que não é nada de desfazer!). Eu ainda vou preferindo um estilo mais vintage apesar da moda dos vampiros...
Enquanto espero até 2013...
Vou esforçar-me por descobrir as diferenças, ok?
Fascinada
Ainda a propósito de piratas, galeões e tesouros subaquáticos, fiquei fascinada com uma reportagem que li no verão na NG sobre o galeão francês "Fougueux". Este galeão naufragou, após a batalha de Trafalgar, no século XVII, nas águas de cádiz. E segundo reza a história foi mesmo em frente à praia de camposoto, e é objecto de estudo de vários arqueólogos subaquáticos (que trabalho tão motivante!).
Este ano como terei de usar mesmo a imaginação, na falta "daquilo com que se compram os melões" vou mesmo aqui ao lado, a espanha para visitar nuestros hermanos, (nada de gastar dinheiro em Portugal!).
Aproveito para conhecer as praias de camposoto e tarifa, mesmo aqui ao lado...
E no meio da pirataria os americanos safam-se sempre, é o empreendedorismo e a inovação.
Ora aqui está uma boa ideia para aproveitar o nossos recurso marítimos, o problema é que nenhum banqueiro empresta $ a uma empresa portuguesa para comprar a maquineta.
E se o Ministério da Defesa Nacional usasse os submarinos...huuummm não servem para isto??? E se servissem será que alguém teria coragem, no contexto actual, de acusar o estado português de nacionalização de uma área lucrativa e que só pode ser propriedade empresarial???
E para quem tiver interesse a vila morena já está a trabalhar nas prospeções.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Intrigada
Com as razões que levam as pessoas a cometer suicídio, principalmente quando o ato envolve um suposto par amoroso.
E não, não vou ler outra vez "O Suícidio" de Durkheim, já basta uma vez e por obrigação. E por razões óbvias e científicas (positivas) o Sr. Durkheim não falava do amor (negativo) como causa do suicídio.
Eu também não acredito que o amor, em abstrato, seja uma das razões que leve ao suicídio,
especialmente aquele amor shakespeariano de Romeu e Julieta. É irónico, mas fascina-me pouco a história de Romeu e Julieta, deve ser um trauma, admito, mas aquele amor é uma grande farsa!
Pode ter sido inovador escrever uma história sobre a liberdade de amar para além das convenções sociais, mas como tudo acaba num amor proibido e numa tragédia inútil, não tem interesse, pelo menos para mim.
Se nem testaram a relação como sabiam que se amavam? só mesmo loucamente, enfim!
Mas o amor verdadeiro é aquele vivido e amadurecido, o amor que importa conhecer e compreender, por isso vou dedicar algum tempo a ler "Lettre a D. Histoire d'un amour" de André Gorz. Será mesmo algum tempo porque só encontrei em francês, mas valerá o esforço, porque até encontrar já foi uma aventura.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Ano novo, sonhos novos!
Este ano novo não traz à partida muitos sonhos novos, infelizmente!
Quando muito algumas esperanças e desejos renovados!
É sempre bom renovarmos alguns dos nossos projetos pessoais, daqueles que têm muito pouco de passado e de futuro, daqueles que nada têm a ver com os nossos objetivos profissionais, dos que nem sabemos bem porquê?
Esse sonho que não é mais do que a necessidade de sairmos do nosso mundo, sempre tão nosso e quantas vezes tão pequeno, necessidade de conhecermos e acolhermos outros mundos.
Enfim, evasão será claramente insuficiente para definir o potencial transformador das viagens.
Se não for ao Congo nos próximos tempos, por razões de segurança, posso sempre ir sonhando com Madagáscar. Nem percebo porquê mas estou fascinada com tudo o que já li sobre esta ilha, além dos parques naturais, dos embondeiros, dos quilómetros de caminhos e estradas quase inexistentes, porque é preciso ser resistente para viajar por lá, restam as pequenas ilhas como Nosy Be ou Sainte Marie com o seu cemitério de piratas e, imaginem… as praias mais fantásticas! (Desculpem os que ainda acreditam, mas para mim o paraíso não pode ser o Jardim do Éden mas sim uma praia deserta).
Madagáscar serviu de refúgio a milhares de piratas, alguns portugueses, e terá albergado a Libertália, uma colónia libertária de piratas no século XVII. E se não sabem eu adoro piratas! Fascinam-me simplesmente. Se a Libertália tivesse vingado não vivíamos neste capitalismo regulado. Se pudesse até aderia ao partido pirata, ainda está em processo, parece que são ideias nórdicas e têm umas propostas interessantes sobre direitos de autor, interessantes quero dizer anti-capitalistas! Desregular é preciso.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
A racionalidade inútil
A racionalidade afinal é inútil, há quem ache que não e até é provável que esses não entendam a profundidade deste filme, ainda assim vão ficar extasiados com a sensualidade da maioria das cenas do filme.
Lars Von Trier volta a ocupar o lugar de intocável na sétima arte, pela bela música, imagens e interpretações que dirigiu em Melancholia.
Mas será que era mesmo imprescindível recorrer à parábola do fim do mundo, da mana boa e da mana má, para nos mostrar que a racionalidade pode ser inútil? Parece que sim, e às vezes nem à bruta entendem.
Estaremos todos tão estúpidos assim? Não, mas nesta espécie de modernidade atingimos um equílibrio estável entre superficialidade e racionalidade.
Se o mundo acabasse amanhã como escolheríamos passar as últimas horas?
A degustar um bom vinho de mãos dadas com os nossos entes queridos num dos terraços da nossa rica mansão?
Isso pode dizer muito sobre as (ir)racionalidades.terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Um natal iluminado!
Os portugueses que apreciam as iluminações natalícias terão de comprar uma viagem lowcost para uma das principais capitais europeias, talvez Londres, Paris ou até Berlim, é caso para dizer mais uma vez (e com alguma ironia) viva a Europa!
Parece que Lisboa, uma aspirante a capital do turismo, estará limitada a meia dúzia de estrelas cadentes que aterraram há umas semanas na Praça da Figueira. Há que dar bons exemplos aos alfacinhas e, principalmente, a quem nos visita, mesmo que esta opção faça jus ao célebre "É para inglês ver!", é quanto a mim uma estratégia algo pueril para convencer os senhores que aterraram na portela há uns meses do nosso empenho em reduzir despesa, ou melhor excessivas gorduras que fomos acumulando!
Londres, Paris e Berlim bem podem ficar com mais um monopólio, o turismo natalício, o que conta por cá são os bons exemplos, até porque uma coisa é certa, os portugueses vão ter o melhor clima natalício da europa, porque o nosso capital solar, esse, ninguém nos tira!
No entanto muitos portugueses terão de procurar "o seu lugar ao sol", procurando sustento noutras paragens...já nos habituámos, são séculos da mesma história.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Naturaleza Muerta
Pode parecer um paradoxo mas, na adolescência, os nossos amiguinhos e colegas de liceu, só porque queriam ser punks, metálicos ou vanguardas, tinham de censurar tudo...até tinham o descaramento de censurar a música que gostávamos de ouvir!
Para os que viviam quase no centro da PI os Mecano foram mais do que uma moda, era ficar horas a fio a ouvir o álbum "Aidalai" e a traduzir os sentimentos de letras tão profundas como "el fallo positivo" ou "Dalai Lama".
Uma amiga desses tempos mostrou-me este fim-de-semana como é tão bom reviver e até rirmos das nossas crises existenciais quando ainda só tentávamos existir e quantas vezes da pior maneira.
Então contra a censura, dos que ainda não cresceram ou gostam mesmo de oprimir, cá vai a lenda do pescador...
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Entre o tango e o flamenco
O Fado ganhou a distinção e o reconhecimento enquanto património imaterial da humanidade no passado fim-de-semana, graças ao empenho da candidatura liderada pela Câmara Municipal de Lisboa através EGEAC/Museu do Fado, mas também e sobretudo aos fadistas, guitarristas e letristas que nos últimos dois séculos deram corpo e voz à canção da saudade.
Mas é também canção da festa, do ciúme, do amor, da separação e do destino.
Porque ouvimos e gostamos tanto de fado?
Não faço ideia, porque somos melancólicos, espero que não!
Ouvir desde pequena não deve ser uma razão suficiente, mas como ouvia sempre em ocasiões especiais, em momentos mais fraternos foi-se tornando uma espécie de encontro comunitário.
Gosto do silêncio que acompanha o Fado, para mim é uma espécie de oração e a fadista bem pode ser a nossa sacedortisa.
Gosto de todos os tipos de Fado, mas para mim há dois projectos que marcam muito a evolução que o fado se permitiu ter nos últimos tempos e que eu aprecio. O fado experimental d'A Naifa porque nos retrata a sociedade que escolhemos para viver e a Worldmusic de Lula Pena pelo lirismo único que exala das mãos e da voz desta lisboeta nascida do fado.
Mas é também canção da festa, do ciúme, do amor, da separação e do destino.
Porque ouvimos e gostamos tanto de fado?
Não faço ideia, porque somos melancólicos, espero que não!
Ouvir desde pequena não deve ser uma razão suficiente, mas como ouvia sempre em ocasiões especiais, em momentos mais fraternos foi-se tornando uma espécie de encontro comunitário.
Gosto do silêncio que acompanha o Fado, para mim é uma espécie de oração e a fadista bem pode ser a nossa sacedortisa.
Gosto de todos os tipos de Fado, mas para mim há dois projectos que marcam muito a evolução que o fado se permitiu ter nos últimos tempos e que eu aprecio. O fado experimental d'A Naifa porque nos retrata a sociedade que escolhemos para viver e a Worldmusic de Lula Pena pelo lirismo único que exala das mãos e da voz desta lisboeta nascida do fado.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
É tudo uma questão de equilíbrio?
O Beijo - Gustav Klimt (1907-8)
Cada sexo tem uma relação com a loucura. Cada desejo tem uma relação com a loucura. Mas parece que um desejo tem sido tomado como sabedoria, moderação, verdade, deixando para -o outro sexo o peso da loucura que não pode ser reconhecida ou considerada. Luce Irigaray
Ou será mesmo loucura de alguns? Neste caso de todos/as por aceitarmos uma sociedade tão dividida...A diferença entre os sexos será mesmo necessária? E de género faz algum sentido?
Se nas formas primitivas das comunidades foi essencial há sobrevivência da espécie, agora que vivemos em sociedades supostamente desenvolvidas porque continua a ser tão evidente esta diferença?
A resposta está longe de ser biológica é por isso mais social, pela maneira como nos organizamos para produzir, consumir e reproduzir. O nosso futuro só pode passar por uma sociedade alternativa, por isso mais igualitária e também mais sustentável. Esta já foi...
sábado, 26 de novembro de 2011
Prazer sem ter de gastar dinheiro
Para mim é mesmo um prazer descobrir pequenos recantos mágicos nos sítios que eu já conheço, pode ser aldeia, cidade ou região.
Como passei parte dos meus últimos 16 anos a viver entre Lisboa e o Alentejo, já conheço/percebo alguma coisa de Lisboa, mas considero que só conheço porque gosto de viver os sítios por onde passo...pois quem me conhece sabe que gosto de meter o meu nariz em todo o lado. A verdade é que ao contrário do caracol sou mesmo irrequieta, aliás sou a antitese daquele mito urbano de que os alentejanos são lentos, em pequena já lutava contra a sesta! Mas respeito muito aqueles que lutam por esse direito até porque o calor entorpece e trabalhar com mais de 40º e sem ar condicionado não é pêra doce!
Há pouco tempo fui ao Museu da Cidade e descobri o Jardim Bordallo Pinheiro, uma obra de remodelação recente do antigo jardim do Palácio Pimenta, inaugurada em 2010.
A criação e génio artístico de Joana Vasconcelos valem a pena ser vistos ao vivo e não há desculpas porque não se paga e as crianças vão adorar!
Eu adorei a magia e quero levar lá os meus sobrinhos.
Só esta foto porque não quero ser desmancha-prazeres e estragar a(s) magia(s) na possibilidade de serem surpreendidos por uma caracoleta gigante como eu fui!
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Otimistas em tempo de crise
É a imagem deste vídeo excelente que define o serviço social!
Eu gostei mas ainda há quem prefira uma imagem mais negativa, mesmo compreendendo que as imagens que vemos no nosso dia-a-dia profissional nem sempre são as mais anímicas e muitas vezes estão no limiar da dignidade humana, ou muito a baixo.
Apesar das tentativas ainda não encontrámos a poção mágica para rejuvenescer os que envelhecem, nem para tratar doenças crónicas, como o HIV ou o cancro, também ainda não encontrámos as respostas para combater a discriminação, mas todos podemos contribuir para uma sociedade mais solidária e mais justa, basta trabalharmos em primeiro lugar para termos sociedade. Logo a seguir virá a qualidade de vida?
Eu gostei mas ainda há quem prefira uma imagem mais negativa, mesmo compreendendo que as imagens que vemos no nosso dia-a-dia profissional nem sempre são as mais anímicas e muitas vezes estão no limiar da dignidade humana, ou muito a baixo.
Apesar das tentativas ainda não encontrámos a poção mágica para rejuvenescer os que envelhecem, nem para tratar doenças crónicas, como o HIV ou o cancro, também ainda não encontrámos as respostas para combater a discriminação, mas todos podemos contribuir para uma sociedade mais solidária e mais justa, basta trabalharmos em primeiro lugar para termos sociedade. Logo a seguir virá a qualidade de vida?
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